É comum interessar-se por coisas diferentes e fora do comum como magia ou ciências porem não se trata de ter desejo de aprender sobre estudos ou até pelo oculto e sim de sobreviver nos selvagens dias de nossa época.
Caminhando em um deserto, sozinho em peregrinação ou numa metrópole altamente movimentada, pode-se ter o mesmo tipo de experiência de dor e solidão ao se deparar com seus mais sombrios monstros que atordoam a mente humana. Contudo sua destreza para safar-se dos obstáculos físicos deve ser a mesma usada para ultrapassar suas barreiras psicológicas como o medo. Como no deserto se tem à impressão de miragens, ao ser exposto pela mesma paisagem e pelo cansaço, na sua vida você pode estar em um espiral descendente ao conformar-se com a paisagem dada pelos seus cansativos dias de trabalho e falta de incentivos (tanto financeiros quanto pessoais) e novas experiências ou ideologias. O certo é que por mais que nos é imposto essa realidade monótona de trabalho e vida não podemos deixar a espada enferrujar por falta de uso na bainha.
Nosso corpo é a moldura da nossa alma (como é demonstrado na psicologia de personalidade com estudos de leitura "fria" ou leitura facial) e ele é moldado por nossas atitudes e estilo de vida. Um exemplo é pessoas com rosto redondo levarem mais em consideração a opinião da mãe e rosto quadrado o do pai, mas o que vem ao caso é que todo nosso ambiente é fruto de uma atitude coletiva assim como o corpo é moldado pela alma.
Já está na hora de se mexer e mudar sua vida, mudar seus pensamentos e atitudes porque se tudo estivesse bom nosso mundo não estaria o caos que está. Lembre-se que ele é a moldura de nossa alma.
Ricardo Miranda
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
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